A Divisão de Vigilância em Saúde destaca a semana Mundial de Aleitamento Materno, de 1º a 08 de agosto. O ato é uma pratica natural, capaz de trazer inúmeros benefícios para o bebê, como também para a mãe e a família.

O aleitamento materno deve ser exclusivo até os seis meses de vida. Isso significa que, até completar essa idade, o bebê deve receber somente este alimento, nem mesmo água ou chá.

Após esse período, o recém-nascido deve continuar, pelo menos até os dois anos de idade, em associação com a alimentação complementar. Estudos mostram que o leite é capaz de diminuir em 13% as mortes por causas evitáveis em crianças menores de cinco  anos, segundo o OMS.

De acordo com a chefe da Divisão de Vigilância em Saúde, Karine Tobera, o leite materno é um alimento completo e ideal para o bebê, pois ele contém todos os nutrientes em quantidades adequadas. "Ele proporciona ótimo crescimento, é de fácil digestão, fornece água para hidratação, protege contra infecções e alergias e propicia menos problemas ortodônticos (dentes) e fonoaudiólogos (na fala) associados ao uso de mamadeira", disse.

Sabe-se que é de extrema importância a amamentação, tanto para o bebê quanto para a mamãe pois o mesmo promove uma interação da criança e a mãe e ainda ajuda no desenvolvimento da criança além de ajudar o útero da mamãe voltar ao tamanho natural.

Mitos
O leite de vaca é mais completo em nutrientes que o leite materno;
Se a mãe não amamentar o primeiro filho, não conseguirá amamentar o segundo;
A produção de leite só começa três dias após o parto;
O bebê com diarreia não deve ser amamentado;
Quando a mulher engravida novamente, não pode mais continuar amamentando;
Algumas mulheres produzem pouco leite e, por isso, ele não deve ser oferecido para o bebê.

Verdades
Estresse influencia na produção do leite;
O leite materno pode ser congelado;
O aleitamento materno exclusivo deve ocorrer até o sexto mês de vida;
Mulheres que estão amamentando não podem tomar nenhum tipo de medicamento Sem prescrição médica;
Não existe leite fraco.