SAÚDE

Manejo clínico da Tuberculose foi tema de capacitação em Palmas

04/11/2019 | | Assessoria de Comunicação


Capacitação voltada para médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e agentes comunitários das Unidades Básicas de Saúde.

Na última sexta-feira (01), a secretaria municipal de Saúde realizou uma capacitação sobre o manejo clínico da Tuberculose.
A ação aconteceu na Clínica da Mulher e foi voltada para médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e agentes comunitários das Unidades Básicas de Saúde.
Conforme a enfermeira Marília Forest, que participou de uma capacitação em Curitiba, juntamente com a Dra. Patrícia Bordin, com profissionais do Ministério da Saúde, foram revistos os protocolos do manejo clinico da doença e agora serão repassados nesta qualificação.  
“Essa capacitação voltada para todos os profissionais de saúde do município visa o diagnóstico precoce dos sintomáticos respiratórios, com isso diminuir a incidência de casos em Palmas” explicou Marília.  
Segundo a Dra. Patrícia Bordin é preciso redobrar os cuidados e ficar atento aos primeiros sinais da doença.
“A melhor forma de controlar a disseminação da doença é identificar precocemente os sintomas respiratórios, aquele que tem tosse por mais de três semanas, e iniciar o tratamento imediatamente para evitar o adoecimento”, explicou Dra. Patrícia.
No Paraná, os registros de casos de tuberculose apresentavam número decrescente até o ano de 2017. Porém, em 2018 o número saltou 14% em relação ao ano anterior. Esse aumento pode ser resultado da eficiência de novos equipamentos que realizam testes rápidos mais precisos, ou ainda da maior procura de pacientes para a realização de tratamentos.
Casos em Palmas
2017 - Foram 6 casos com 2 óbitos
2018 - Foram 8 casos com nenhum óbito
2019 - 7 casos até o momento com dois óbitos.

A tuberculose

A tuberculose é uma doença infecciosa causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis ou Bacilo de Koch, que afeta prioritariamente os pulmões, mas pode afetar também outros órgãos, como ossos, rins e meninges. É transmissível pelo ar, por meio da tosse e espirro. A tuberculose não se transmite por objetos compartilhados.
Os principais sintomas são tosse persistente, por mais de três semanas, febre no final da tarde, cansaço fácil, dor no peito, emagrecimento e suores noturnos. Pode existir catarro esverdeado, amarelado ou com sangue. Alguns pacientes não exibem qualquer indício da doença, e outros apresentam sintomas aparentemente simples que são ignorados durante alguns anos (ou meses).
Para prevenir a doença, é necessário imunizar as crianças obrigatoriamente no primeiro ano de vida ou, no máximo, até quatro anos, com a vacina BCG. Crianças soropositivas ou recém-nascidas que apresentam sinais ou sintomas de Aids não devem receber a vacina. A prevenção inclui evitar aglomerações, especialmente em ambientes fechados, mal ventilados e sem iluminação solar.
O diagnóstico é feito a partir da análise dos sintomas e da realização de exames clínicos e específicos, como a baciloscopia, a cultura do escarro e raios-X de tórax. A tuberculose é uma doença curável em praticamente 100% das novas ocorrências, desde que a pessoa receba e complete o tratamento adequado, que consiste na observação diária da tomada dos medicamentos por um profissional da equipe de saúde ou por alguém por ele supervisionado. O tratamento da tuberculose dura, no mínimo, seis meses e deve ser completado mesmo que a pessoa apresente melhora dos sintomas. É importante lembrar que tratamento irregular pode complicar a doença e resultar no desenvolvimento de cepas resistentes aos fármacos.


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